quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Um espaço para expressar, conhecer e reflectir as mais altas, fundas e amplas experiências e possibilidades humanas, onde os limites se convertem em limiares. Sofrimento, mal e morte, iniciação, poesia e revolução, sexo, erotismo e amor, transe, êxtase e loucura, espiritualidade, mística e transcendência. Tudo o que altera, transmuta e liberta. Tudo o que desencobre um Esplendor nas cinzas opacas da vida falsa.
"Reconhecer a verdade como verdade, e ao mesmo tempo como erro; viver os contrários, não os aceitando; sentir tudo de todas as maneiras, e não ser nada, no fim, senão o entendimento de tudo [...]".
"Ela atravessa todos os mistérios e não chega a conhecer nenhum, pois lhes conhece a ilusão e a lei. Assume formas com que, e em que, se nega, porque, como passa sem rasto recto, pode deixar o que foi, visto que verdadeiramente o não foi. Deixa a Cobra do Éden como pele largada, as formas que assume não são mais que peles que larga.
E quando, sem ter tido caminho, chega a Deus, ela, como não teve caminho, passa para além de Deus, pois chegou ali de fora"
- Fernando Pessoa, O Caminho da Serpente
Saúde, Irmãos ! É a Hora !
Se estiver interessado em Cursos de Introdução à Meditação Budista e ao Budismo, bem como sobre outros temas, como Religiões Comparadas, Fernando Pessoa, Mestre Eckhart, Saudade, Quinto Império, contacte: 918113021.
28 comentários:
Ainda sem haver lido este post do Lapdrey, aproveito para pedir que me digam se ninguém consegue visualizar os posts entre 2 e 14 de Janeiro, que desde ontem desapareceram sem deixar rasto a não ser nos posts editados... Não sei quem publicou o último post antes deste, mas peço-lhe que verifique se ocorreu algo de anormal ao colocá-lo. Pedi a alguns amigos que vejam o que sucedeu. Será que é a Serpente a autodevorar-se?
São as nossas percepções... a Serpente a autodevorar-se. Sim!
Talvez se devore em determinados pontos (de vista? de ser? de estar? ou o contrário?), e noutros não, pois eu consigo visualizar todos os posts em causa e respectivos comentários.
Ai de mim, sempre atrasado nos processos "urobóricos" de re-novação da pele...
Paulo, os posts anteriores a este meu são, em ordem inversa, de:
- Liliana Jasmim
- Lapdrey
- Ana Margarida Esteves
(a quem peço, desde já, desculpa por algumas palavras minhas em comentário a um seu post, palavras que assim se mostram perfeitamente injustas, sabendo eu agora que tem o mesmo problema de visionamento dos posts que Paulo Borges está a ter)
- Tamborim
- Saudadesdofuturo
estou mesmo avariada! Projecto um hiato de 2 a 14 de Janeiro!
E a Sereia e a Antiquíssima?
Desaparecimento selectivo para não prejudicar a imagem de certos personagens que andam neste sítio. Aqui se faz muita política, muita auto-promoção e se practica muita hipocrisia …
Ó Anónimo, então porque é que uns têm acesso e outros não?! São as nossas percepções... lá está! Aceito.
Paulo,
tenho o mesmo problema desde ontem à noite.
interessa-me é o estudo da equipa do senhor Aspect, e a ideia de que estes dias cinzentões e frios podem ser amenizados por poeiras minúsculas de luz/calor vindas,porque nossas, de outros Sóis, de outras Galáxias.
se me fosse permitido escolher, optaria por Andrómeda
O dear! Here we go again!
Ana, não se deve nunca (logo, não se pode nunca) dizer: "Não posso estar louco"!
Isso é precisamente o que todo o louco mais chapado mais convictamente afirma e defende, de unháfias ratadas e dentinhos aguçados.
Sem ofensa subentendida...obviamente.
Mas nunca fiando...
Sabe que isto da cultura, e de cultivar-se, tem os seus quês e os seu ques: no plantar batatas eles são bem diversos e melhor identificáveis, posto que o seu "destrambelhamento"" tem origem certa ou em São Bento ou em Bruxelas, e não num culto (bem incertanaz, aliás, e manifestamente perversivo) da "certeza" do "erro", sucessiva e metodicamente melhorado, como semente do que, "sisificamente", se cultiva e volta a cultivar como expressão da verdade nunca atingível.
É de loucos, de facto! É científico!
Let's make a try, once again.
Ana, quanto mais falas mais te enterras... até eu que sou 'santinha' começo a experimentar dificuldades de atenção e escuta!
Lapdrey,
sem dúvida, cientificamente uma ideia "dura de roer". Vou lê-la com mais atenção pois parece-me que alguns dos conceitos relativos à própria relatividade enunciada por Einstein estão favoravelmente distorcidos para o autor.
No entanto o simbolismo por ele demonstrado é deveras interessante pois indica a suposta inter-relação física e geométrica do universo.
Mas quando se fala em velocidade da luz, tudo se torna mais "movediço", não sei se me fiz entender.
Um abraço, até breve.
Paulo,
aproveito para dizer que constatei esse problema ontem à noite.
Às 18:00 actuais, hora de acordar para alguns :), tudo parece estar em forma.
Adianto desde já o endereço virtual, com vista a que possas solucionar futuras complicações.
É um facto, o blogger group, necessita de uma verdadeira actualização pois são já milhões (biliões?) os seus utilizadores.
Adianto,
How Do I?
http://groups.google.com/group/blogger-help-howdoi?
Um abraço.
Meus amigos, nem a propósito, ou a propósito deste post, vou deixar-vos o meu testemunho (pois de um fenómeno interessantíssimo se trata). Embora pareça e viva num mundo um bocado desligado (sou muitíssimo distraída), a minha memória é fotográfica e vi, com estes olhinhos que a terra há-de comer, o seguinte: o acontecido tal como o vi acontecer diante dos meus olhos. (Sem atender na altura, pois não existia postado o post que aqui comento). Não tanto vi, como o Paulo Borges, pois que este apanhou o gato de quem sabemos, estar e não estar, que é o que parece acontecer ao nível da física das partículas e das ondas... enfim, quem souber que o compreenda...
Relato, então, pois eu estava lá. Estava com a Serpente projectada no “holograma(?)” do meu monitor e decidi comentar o post de Lapdrey sobre os anónimos. (Lá está o post e a hora para confirmar a veracidade do facto. Saí dos comentários e entrei de novo na Serpente. Como estava nova e estranha? Não sou de datas. Vi um post da Liliana, totalmente colado a um outro post da amiga Liliana. O que vi, que agora não vejo, nem está lá, foi um poema de um brasileiro, acho, de quem não me recordo o nome. Mas o poema sucintamente falava em desencontro, tempo que passa e sua irreversibilidade, etc, etc.(Belo poema, significativo e significante... não sei). Estava este colado ao de Pessoa, sobre dias que dão em chuvosos...os outros para trás pela ordem em que deveriam de estar (hiatos à parte). Estavam na ordem de que diz Lapdrey tê-los visto, (O único?...).
Soube logo nessa noite de outros que tinham visto o mesmo que eu. Fiquei esclarecida quanto à possibilidade de estar a ter uma alucinação. Este é o meu relato dos acontecimentos, que por ser verdadeiro, vale o mesmo que outros verdadeiros também. Só voltei à Serpente agora, li os comentários e estou a comentar.
PS. Só um apontamento insignificante: no meu blog, que descrevi no post sobre os anónimos, estava hoje, pela primeira vez(?) quase segura... dois deliciosos comentários anónimos. O mistério adensa-se.... mas o que é que eu tenho a ver com isto? Se calhar a realidade é mesmo um holograma (risos)Começo a achar piada... ou devo ficar preocupada?
Um abraço, desculpem a extensão desta coisa.
A realidade é um holograma de um holograma da realidade.
A realidade devia era ser saneada da cabeça destes doidos.
Para quê discutirem se nada nem ninguém existe? Comam romãs e bebam vinho de estrelas. Deus paga com o que ganha a trabalhar pró Diabo.
Eu também deixei de ver os posts... Relativamente ao Aspect, conhecia a experiência, mas a de 2004, de Rupert Ursin, em Viena, sob o Danúbio, que parece indicar que as partículas se mantém ligadas, mesmo separadas, como se entre elas existisse uma espécie de telepatia. Sou uma apaixonada por física, por isso tento manter-me a par das novidades, principalmente no que diz respeito à busca da Teoria do Tudo. A nova física (quântica) tem vindo a desmantelar muitos conceitos e limites mentais. Mas para além de devorar Brian Green e Stephen Hawking, li recentemente um livro maravilhoso, A Memória da Água, de Masaru Emoto, que fala da forma como a mente em verbo consegue influenciar a forma dos cristais de água. Acredito que não existem limites para o humano, a não ser os criados pela mente, que se protege e protege o corpo. Não acredito no limite da velocidade da luz. Excelente o Lapdrey ter-se lembrado disto.
Caro Anónimo,
Assim está a ter um efeito bumerangue, meu amigo.
Foi à Austrália recentemente, ou isso é algo atávico?
Quer experimentar demonstrar essa sua visão da coisa, como o Prof. Alain Aspect e outros o fizeram da deles?
Aguardo notícias.
Caro Mafarrico
(desculpe a minha curiosidade: é mafarrico pela parte do pai ou da mãe?),
Eu a imaginar (que ingénuo, com a minha idade...) que a época dos saneamentos já lá ia ... Afinal, não.
Mas... agora me ocorre...
Se sanear a "realidade" da cabeça aqui dos "doidos", a realidade pode ficar ofendida, sabe? (isto partindo do pressuposto de que tal coisa exista fora de nós, que é aqui um pouco o ponto).
É que, em geral, a realidade tem a péssima e louca mania de ser mais fantástica que a mais desconchavada das loucuras.
Pois é... E esta?
E agora, meu amigo? Ajude-me, por favor.
Aguardo, ansioso.
(Entretanto, vou tratando de "enlouquecer" mais um bocadicho, ok? Obrigadinho!)
Madalena,
Talvez não conheça (ou talvez sim) este site:
http://www.pbs.org/wgbh/nova/elegant/
Esta página deste mesmo site é fantástica:
http://www.pbs.org/wgbh/nova/elegant/program.html
De Brian Greene, de que há um link na página de cima, veja esta palestra dele nos fóruns TED. Simplesmente fantástica em clareza e capacidade de comunicar de forma relativamente simples temas tão complexos como estes.
Eis o link:
http://www.ted.com/index.php/talks/brian_greene_on_string_theory.html
Esta a página de entrada do portal TED:
http://www.ted.com/index.php
Porque a mensagem em seguimento assim parece ser dirigida, porque na minha luto para ser acção, estando longe portanto, longe da reacção, pergunto:
Saudades, que é o gato afinal?
Paulo,
deve estar recordado de um problema similar com o meu endereço blogspot, que me levou a PERDER grande parte da minha "loucura" em escrita registada...
Na altura o que me "salvou" foi talvez, quiçá, a sorte de encontrar a resposta no endereço acima enviado.
Visto que a minha bondade pela partilha de resoluções de problemas é, simplesmente ignorada, e ainda por cima, talvez, por reacção se conclua o indevido, aqui deixo o meu profundo pesar pela promoção do histerismo, acusação fácil e paranóia.
Quem de nós nunca ouviu falar na classificação de Spam Blogs?
Quem de nós não sabe que esse é um dos próprios mecanismos de defesa do Blogger Group?
Quem de nós pensa que "Blogar" é uma mar-de-rosas?
Quem de nós pensa que é perseguido?
Bolas! Eu... talvez, talvez seja isso.
Paulo,
uma questão dornada de pura reflexão:
- Resolveu o problema ou o problema resolveu-se por si?
Não posso ser mais franco.
Finalizando, talvez seja eu o gato... cinzento, europeu, malhado, rafeiro.
Lapdrey,
mais uma vez, numa mensagem sua, em vez de se primar pela partilha de opinião, de intereese relevante como é o exemplo desta, acaba tudo por ser uma amena cavaqueira de quem é quem és.
Lamento, mesmo assim, e ainda em esforço, atrevo-me a reforçar o que atrás referi.
A velocidade da luz está longe de ser tema concensual.
O modelo de Einstein está a cada dia que passa longe de responder a tudo.
A equação E=mc^2 é uma relação entre energia e matéria. Não está errada. Nem com a teoria do João Magueijo, de velocidade da luz variável. Isso apenas altera a constante C para variável. No entanto, matemáticamente essa constante deixa de o ser! Ou seja, pelos seus cálculos, na imediata fracçaõ de segundo após o Big-bang, o valor da velocidade seria um valor próximo de 3,0x10E30 m/s, e não 3x10E9 m/s, cálculo actual.
Ou seja, o modelo de Einstein começa agora revelar algumas "deficiências", no entanto, romper o modelo é outra história. Choque epistemológico! (Talvez o Sócrates se lembre desta também) A ruptura do modelo.
Ainda não aprofundei sobre o tema da holografia... a seu tempo... em águas calmas :)
Um abraço amigo.
Subscrevo, TED!
um abraço.
Obrigado, Vergílio, pelas dicas. Ainda não sei se o problema se resolveu por si ou se foi resolvido por dois amigos a quem pedi que interviessem. E desculpas a todos, neste caso em particular ao Lapdrey, por não andar a ser o leitor/comentador que merecem, pois ando às voltas com imenso trabalho...
Abraços
Interessantíssimo! O que não deixa de ser curioso é o tempo que a ciência leva até mostrar o que desde sempre pode ser e é vislumbrado num ápice da mente desperta!...
Caro Vergílio,
Respondo-lhe deste modo: a mensagem seguida não tem aqui outro significado do que a de ser seguida, apenas ordenação. O gato deve ser o de Schroder, porém só por analogia, dado que o saber quem é o gato, por ter o rabo de fora, não significa que o gato seja a acção ou a reacção. Também temos que atender ao observador, lá diz heisenberg, que eu de física não sei nada.
Duma coisa pode estar certo, o Vergílio não é esse nem o gato, que decerto, sendo “malhado”, “cinzento” e “rafeiro” é um bom gato, portanto, que se prontificou a ajudar. Em nenhum momento me referi ao seu comentário ou a si.
De blogs não percebo nada. Apenas dei testemunho dos factos, uma brincadeira inofensiva, penso e espero:)
Um abraço, Vergílio.
Lapdrey, obrigada pelos links. Não conhecia e já gravei nos Favoritos para estudar.
Paulo, sim, a mente precisa de provas, mas as partículas de que somos compostos não. Sabemos intuitivamente o que está certo e o que está errado. Não creio que ninguém, compreendendo ou não, tenha alguma vez aceite o limite da velocidade da luz.
Enviar um comentário