Mostrar mensagens com a etiqueta belavista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta belavista. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 2 de junho de 2009
belavista III
a produção de distinções é intrínseca à soberania. A distinção originária que institui o dentro e o fora, o normal e a excepção,mesmo que o oposto do normal seja o estado de natureza, o amigo-inimigo, persiste na medida em que o espaço para exercer a violência diminui, normalizado pela demanda dos individuos. A soberania trabalha também com zonas distintas, como agamben indicou com a figura do homo sacer, aquele que não pertence à dualidade do amigo e inimigo, despido do reconhecimento é igualmente afectado pelo poder soberano, um exemplo próximo são os refugiados, os nómadas, aqueles que pertencem a zonas sem estado
sexta-feira, 29 de maio de 2009
vida nua/belavista II
a decisão soberana está desde o início ligada à discriminação entre membro e não-membro. o leviathan não precisa de utilizar o seu monopólio da violência para decidir sobre a vida e a morte, pode excluir e colocar a condição humana individual numa situação periclitante ou mesmo ausente.
o poder soberano faz a ligação entre norma e realidade, institui a norma e cria a excepção para melhor dominar.não se limita ao antigo poder do patriarca que é uma relação fundacional e de violência à qual se pode resistir.ele decide sobre a condição de vida ao transformar um individuo em vida nua.
ps.estes pequenos apontamentos são baseados num estudo próprio sobre giorgio agamben
o poder soberano faz a ligação entre norma e realidade, institui a norma e cria a excepção para melhor dominar.não se limita ao antigo poder do patriarca que é uma relação fundacional e de violência à qual se pode resistir.ele decide sobre a condição de vida ao transformar um individuo em vida nua.
ps.estes pequenos apontamentos são baseados num estudo próprio sobre giorgio agamben
terça-feira, 26 de maio de 2009
belavista
cada vez mais a vida natural é comandada pela vida política, à nascença somos condenados a um estado de inclusão/exclusão. o chamado 'sonho ammericano' torna-se cada vez mais distante. a construção de uma cidadania plena é a génese da exclusão, direitos humanos e de cidadania são quase opostos. construímos cidades com guetos para onde o poder soberano desloca o que não quer ver, a necessidade de exclusão como forma da sua sobrevivência.
Subscrever:
Comentários (Atom)