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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Segundo uns, o sexo conduz à santidade; para outros, é o caminho do inferno... tudo depende do ponto de vista.
Henry Miller
sábado, 26 de junho de 2010
"Fazer amor sem verter o sémen"
Ao fazer amor sem verter o sémen, o homem fortalecerá o corpo. Se o fizer duas vezes, aumentará a acuidade visual e auditiva. Se três, desaparecerão todas as suas doenças. Se quatro, terá paz de alma. Se cinco, revitalizará o coração e a circulação. Se seis, os quadris tornar-se-ão mais fortes. Se sete, as nádegas e coxas torna-se-ão mais potentes. Se oito, a pele poderá ficar mais suave. Se nove, alcançará a longevidade. Se dez, será como se fosse imortal.
Su Nu ao Imperador Amarelo
Su Nu ao Imperador Amarelo
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libertação,
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Yab Yum

O termo tibetano yab yum traduz-se literalmente por "pai mãe" e usa-se para descrever uma imagem de duas divindades abraçadas num acto sexual. Estas imagens simbolizam o método ou caminho (sabedoria ou compaixão) juntamente com o objectivo que se pretende atingir (a unidade da sabedoria com a compaixão num completo e perfeito conhecimento). A divindade masculina representa a força activa da grande compaixão, enquanto a sabedoria ou visão é simbolizada por uma divindade feminina como, por exemplo, uma das Dakinis. A inseparabilidade da compaixão e da sabedoria é absolutamente central para o ponto de vista do budismo tântrico e as representações de casais divinos em união sexual estão muito difundidas na arte tibetana.
Nalgumas escolas, em particular nas que dão mais relevo ao monasticismo (a gelukpa e a sakyapa), a união sexual de macho fêmea tende a ser simbólica. No entanto, na escola nyingmapa e na escola kargyudpa é por vezes fisicamente levada a cabo em ritos, com o auxílio de consortes femininas, por aqueles que lêem os tantras mais à letra.
John Peacock, O Caminho Tibetano de Vida, Morte e Renascimento, prefácio de Geshe Thupten Jinpa, Plátano Editora, Lisboa, 2005
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Yab yum
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