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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Algumas fulgurações
Como não aceitar como endoutrinação o que não brota de dentro de nós?
O maior de entre todos os bens é interior: a felicidade.
Se tens de o interpretar, não é real.
Se tens de o aprender, não é real.
A realidade é fácil.
O ser humano é um ser complicado.
A realidade é sem história.
Todas as doutrinas têm telhados de vidro.
O pensamento não capta a realidade.
A realidade não pode ser dita.
Por mais que aprenda, serei sempre ignorante.
O ser humano procura o saber pela porta errada.
O único saber que há a saber é o saber tocar.
Como tocar o que é intangível?
Os corações interpenetram-se.
O amor é o cume da sabedoria.
Tudo o que não é imediato é falso; a realidade é imediata; Deus é a realidade; só a realidade existe; Deus é imediato; tudo é Deus.
Esqueçamos Deus e concentremo-nos na realidade.
Deus é um fardo pesado demais.
Não caibo em Deus. Eu próprio explodiria.
Não caibo em mim. Eu próprio explodiria.
Sou tudo, mas escolho ser nada.
Sendo nada, sou tudo.
O maior de entre todos os bens é interior: a felicidade.
Se tens de o interpretar, não é real.
Se tens de o aprender, não é real.
A realidade é fácil.
O ser humano é um ser complicado.
A realidade é sem história.
Todas as doutrinas têm telhados de vidro.
O pensamento não capta a realidade.
A realidade não pode ser dita.
Por mais que aprenda, serei sempre ignorante.
O ser humano procura o saber pela porta errada.
O único saber que há a saber é o saber tocar.
Como tocar o que é intangível?
Os corações interpenetram-se.
O amor é o cume da sabedoria.
Tudo o que não é imediato é falso; a realidade é imediata; Deus é a realidade; só a realidade existe; Deus é imediato; tudo é Deus.
Esqueçamos Deus e concentremo-nos na realidade.
Deus é um fardo pesado demais.
Não caibo em Deus. Eu próprio explodiria.
Não caibo em mim. Eu próprio explodiria.
Sou tudo, mas escolho ser nada.
Sendo nada, sou tudo.
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