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quinta-feira, 3 de abril de 2008
Sabes, às vezes queria
Sabes, às vezes queria
Que fosse sempre noite
"Porquê?". Porque de dia
Não tenho onde me acoite.
Não tenho onde me acoite
Sinto-me desprotegida
Que fosse sempre noite
A minha única amiga.
A minha única amiga
Sem ela não posso viver
Sinto-me desprotegida
Em constante morrer.
Em constante morrer
Será para sempre assim?
Sem ela não posso viver
A vida que não mais tem fim.
Que fosse sempre noite
"Porquê?". Porque de dia
Não tenho onde me acoite.
Não tenho onde me acoite
Sinto-me desprotegida
Que fosse sempre noite
A minha única amiga.
A minha única amiga
Sem ela não posso viver
Sinto-me desprotegida
Em constante morrer.
Em constante morrer
Será para sempre assim?
Sem ela não posso viver
A vida que não mais tem fim.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Olá, como estás companheira?
Olá, como estás companheira?
Anda, vem-te sentar
Senta-te à minha beira
Temos tanto para falar.
Companheira, então, que me contas?
Que tens tu aprontado?
Temos as malas já prontas?
Ou está tudo desarrumado?
Calma, estou na brincadeira
Espera, não te vás embora
Vá... senta-te à minha beira
Conta-me coisas agora:
"O que queres que te diga?
Que vimos um mundo a dois?
Toma o meu beijo, amiga
Hmm... abres os olhos depois."
Anda, vem-te sentar
Senta-te à minha beira
Temos tanto para falar.
Companheira, então, que me contas?
Que tens tu aprontado?
Temos as malas já prontas?
Ou está tudo desarrumado?
Calma, estou na brincadeira
Espera, não te vás embora
Vá... senta-te à minha beira
Conta-me coisas agora:
"O que queres que te diga?
Que vimos um mundo a dois?
Toma o meu beijo, amiga
Hmm... abres os olhos depois."
sexta-feira, 28 de março de 2008
Deitado aqui neste leito
Deitado aqui neste leito
Para ti estendo a mão
Toca-a bem junto ao teu peito
Ouve a sua canção.
Que te diz minha jóia?
Que estás a imaginar?
Não percas o senso da história
Pois com ela vais-me beijar:
"É uma mão bem vivida
A mão que seguro e vejo
Em mim está bem acolhida
Aceita, amor, o meu beijo."
Ah... como é doce o sabor!
Do beijo que me beijou
Quão longe me leva, amor
Tão leve... não sei onde estou.
Para ti estendo a mão
Toca-a bem junto ao teu peito
Ouve a sua canção.
Que te diz minha jóia?
Que estás a imaginar?
Não percas o senso da história
Pois com ela vais-me beijar:
"É uma mão bem vivida
A mão que seguro e vejo
Em mim está bem acolhida
Aceita, amor, o meu beijo."
Ah... como é doce o sabor!
Do beijo que me beijou
Quão longe me leva, amor
Tão leve... não sei onde estou.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Um dia parti sem saber
Um dia parti sem saber
Que estava então a partir
Foi quando te sorri ao escrever
A vida que urgia florir.
Um dia parti sem saber
Que estava então a guardar
Lembranças para o entardecer
Que nele far-me-iam chorar.
Um dia parti sem saber
Aquilo que não saberei
Se passaste por mim a correr
Se fui eu que parei.
Um dia parti sem saber
Estranho... sinto que não parti
Mas como se estou a morrer?
A morrer de saudade de ti.
Que estava então a partir
Foi quando te sorri ao escrever
A vida que urgia florir.
Um dia parti sem saber
Que estava então a guardar
Lembranças para o entardecer
Que nele far-me-iam chorar.
Um dia parti sem saber
Aquilo que não saberei
Se passaste por mim a correr
Se fui eu que parei.
Um dia parti sem saber
Estranho... sinto que não parti
Mas como se estou a morrer?
A morrer de saudade de ti.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Na mística viagem da vida
Na mística viagem da vida
O farol assinala a lonjura
Que parta e se não sinta perdida
Cumprindo o que sempre perdura.
O caminho é de névoa e de treva
No escuro há-de parar
Que se livre de tudo o que leva
E recorde do farol o brilhar.
O caminho então transmutar-se-á
E verá por breves momentos
Que a chave do que há e não há
É chave que a livra dos tempos.
Na mística viagem da vida
Encontrará por fim o esplendor
Que é derradeira subida
Sem medo, dúvida ou dor.
O farol assinala a lonjura
Que parta e se não sinta perdida
Cumprindo o que sempre perdura.
O caminho é de névoa e de treva
No escuro há-de parar
Que se livre de tudo o que leva
E recorde do farol o brilhar.
O caminho então transmutar-se-á
E verá por breves momentos
Que a chave do que há e não há
É chave que a livra dos tempos.
Na mística viagem da vida
Encontrará por fim o esplendor
Que é derradeira subida
Sem medo, dúvida ou dor.
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