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quinta-feira, 11 de junho de 2009
Comunicado do Partido Pelos Animais sobre as Eleições Europeias de 2009
Perante os resultados das recentes Eleições Europeias o Partido Pelos Animais congratula-se com a votação obtida pelo seu congénere holandês, o Partij voor de Dieren, cujos 3.5% quase o levaram a eleger um deputado, e com a subida da representação parlamentar dos Verdes/Aliança Livre Europeia, o único grupo político europeu cuja votação cresceu, de 5.5 para 7.2 %, enquanto todos os outros baixaram.
A abstenção massiva em toda a Europa, junto com os votos em branco, mostra o crescente descrédito e indiferença da maioria da população em relação aos velhos modos de fazer política, configurando um preocupante divórcio entre os Estados, os partidos e os cidadãos. Com efeito, a afluência às urnas, ao longo de 30 anos e em 7 Eleições Europeias, desceu sempre, passando de 61.99% em 1979 para 43.2% em 2009. Perante este quadro, deve colocar-se a questão da legitimidade real das aparentes “maiorias” triunfantes, que na verdade correspondem a uma reduzida minoria do número total de cidadãos eleitores. Esta verdade é escamoteada no discurso oficial dos partidos e dos comentadores políticos, apesar de ser uma evidência incontornável que põe em causa o sentido da própria democracia, o princípio de representação e o sistema eleitoral vigente.
Tudo isto mostra a urgente necessidade de outro modo de se fazer política, movido por valores éticos inquestionáveis e não pela obediência aos grandes grupos económicos e ideológicos mundiais ou pelo mero desejo de poder e promoção pessoal. No mundo de hoje, após a emancipação dos escravos e das mulheres, o progresso mental, ético e civilizacional exige o respeito pela natureza e por todas as formas de vida consciente e sensível. Disso depende a sobrevivência, a evolução e o bem do próprio homem. O Partido Pelos Animais, que recolhe assinaturas para a sua constituição oficial, representa em Portugal essa nova forma de estar na política, lutando por uma sociedade humana mais justa, em harmonia com a natureza e os seres vivos. Sabemos que muitos milhares de portugueses nos acompanham na rejeição dos sofrimentos atrozes a que os animais estão sujeitos pelo actual sistema de produção e consumo e pelos costumes sociais, sem terem qualquer protecção jurídica, pois são considerados como objectos. O Partido Pelos Animais surge para defender os que estão indefesos perante a violência gratuita a que estão sujeitos, para promover a protecção animal em todos os domínios e para introduzir na política o novo paradigma mental, ético e civilizacional que o futuro exige.
10 de Junho de 2009
A Comissão Coordenadora
www.partidopelosanimais.com
A abstenção massiva em toda a Europa, junto com os votos em branco, mostra o crescente descrédito e indiferença da maioria da população em relação aos velhos modos de fazer política, configurando um preocupante divórcio entre os Estados, os partidos e os cidadãos. Com efeito, a afluência às urnas, ao longo de 30 anos e em 7 Eleições Europeias, desceu sempre, passando de 61.99% em 1979 para 43.2% em 2009. Perante este quadro, deve colocar-se a questão da legitimidade real das aparentes “maiorias” triunfantes, que na verdade correspondem a uma reduzida minoria do número total de cidadãos eleitores. Esta verdade é escamoteada no discurso oficial dos partidos e dos comentadores políticos, apesar de ser uma evidência incontornável que põe em causa o sentido da própria democracia, o princípio de representação e o sistema eleitoral vigente.
Tudo isto mostra a urgente necessidade de outro modo de se fazer política, movido por valores éticos inquestionáveis e não pela obediência aos grandes grupos económicos e ideológicos mundiais ou pelo mero desejo de poder e promoção pessoal. No mundo de hoje, após a emancipação dos escravos e das mulheres, o progresso mental, ético e civilizacional exige o respeito pela natureza e por todas as formas de vida consciente e sensível. Disso depende a sobrevivência, a evolução e o bem do próprio homem. O Partido Pelos Animais, que recolhe assinaturas para a sua constituição oficial, representa em Portugal essa nova forma de estar na política, lutando por uma sociedade humana mais justa, em harmonia com a natureza e os seres vivos. Sabemos que muitos milhares de portugueses nos acompanham na rejeição dos sofrimentos atrozes a que os animais estão sujeitos pelo actual sistema de produção e consumo e pelos costumes sociais, sem terem qualquer protecção jurídica, pois são considerados como objectos. O Partido Pelos Animais surge para defender os que estão indefesos perante a violência gratuita a que estão sujeitos, para promover a protecção animal em todos os domínios e para introduzir na política o novo paradigma mental, ético e civilizacional que o futuro exige.
10 de Junho de 2009
A Comissão Coordenadora
www.partidopelosanimais.com
segunda-feira, 8 de junho de 2009
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