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quinta-feira, 24 de abril de 2008

não tinha planeado ir a este concerto
esgotadíssimo!
mas alguém me acenou com um bilhete
e eu não pude recusar
deixei-me embalar pela música, pela voz, pelo Coliseu que é um espaço mágico para as multidões...
e este é o momento alto: http://www.youtube.com/watch?v=W3-VZxkmmtI&feature=related
domingo, 13 de abril de 2008
a vida resume-se a um «sim ou não»?
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domingo, 23 de março de 2008
Nam-Myoho-Renge-Kyo
«Kossen rufu significa criar uma sociedade de paz. Esse termo foi criado através da base filosófica de Nitiren Daishonin. Para se atingir essa etapa (Kossen Rufu) é necessário que cada ser humano faça sua própria revolução humana (outro termo que significa revolucionar o seu lado interior) para conseguir a felicidade absoluta, com base no Daimoku(Nam-Myoho-Renge-Kyo) e nos estudos sobre o budismo de Nitiren Daishonin e com ações que visem uma sociedade melhor.O termo rufu, de Kossen-rufu, significa “fluir como um rio poderoso” ou “espalhar-se como um enorme tecido”. Isso significa difundir-se ou fluir por toda a humanidade. Kossen-rufu não é o ponto final de um processo, mas sim o próprio processo, o fluxo. Não existe um destino especial, uma conclusão do Kossen-rufu. Podemos falar de forma metafórica sobre o que é o Kossen-rufu, mas na verdade não existe uma forma definitiva.»
(wikipédia)
(wikipédia)
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quarta-feira, 12 de março de 2008
«dizia-me» uma música hoje:
a minha alma caiu,
partiu-se...
como um vaso vazio...
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segunda-feira, 10 de março de 2008

"Everyone should seek to be creative, even though creativity is full of risks and uncertainties."
Edward de Bono
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Apelo a uma reflexão sobre a vida na cidade
Como o fiel leitor já deve ter reparado, encontro-me, neste momento, na cidade; e a cidade desperta em mim esta sensação de vazio, de nada ser, mas não do vazio de nada-tudo ser que liberta, como quando nos libertamos com um simples expirar, mas o vazio niilista, a queda abrupta de todos os valores, se tal é possível, para o abismo da arrogância e do esquecimento.
Como deve também ter reparado, já tenho computador com internet em casa e, por isso, digno-me a escrever estes posts pouco dignos do portento inicial e iniciático deste espaço, não obstante contudo estes posts que outros, noutros lugares, denominam "os posts irritados", serem limiares, porventura os da sanidade e da estupidez humana, ambos casos a estudar.
Que a cidade desperta em mim algo de completamente cáustico é por demais evidente, embora não seja tão evidente que, segundo o meu pouco importante pensamento, julgo necessária uma reflexão séria, por parte do utilizador, da vida que leva. Penso que está chegada a hora de reflectirmos muito profundamente, enquanto seres humanos que quanto saibam têm esta vida apenas, este lugar, esta contemporaneidade, os nossos objectivos de vida, quiçá redefini-los, em função de maior qualidade de vida.
O capitalismo, a meu entender, precisa de ser travado ou alterado (em certa medida, já está a sê-lo, com as possibilidades abertas pela internet).
A reflexão a que me refiro, muito embora tenha um forte peso sociológico (lá estou eu a pensar que sei tudo... tiques), deverá ser efectuada pelo cidadão comum que, embora o ritmo mais que muitas vezes trepidante e frenético da carruagem em que viaja possa não permiti-lo (e isso não é mau, é muito mau), pensa.
Que haja tempo para reflectir, nem que seja sobre as nossas caras enjoadas de parvos, com laivos de cachorrinhos perdidos, nos transportes públicos à hora de ponta.
Há que reflectir sobre o que é, hoje, viver na cidade. E isso talvez seja muitas coisas, dependendo muito do poder económico de quem falamos. E talvez todas as reflexões sejam úteis. Mas penso que a da maioria é a mais importante, porque reflecte melhor o que é, hoje, viver na cidade.
Como deve também ter reparado, já tenho computador com internet em casa e, por isso, digno-me a escrever estes posts pouco dignos do portento inicial e iniciático deste espaço, não obstante contudo estes posts que outros, noutros lugares, denominam "os posts irritados", serem limiares, porventura os da sanidade e da estupidez humana, ambos casos a estudar.
Que a cidade desperta em mim algo de completamente cáustico é por demais evidente, embora não seja tão evidente que, segundo o meu pouco importante pensamento, julgo necessária uma reflexão séria, por parte do utilizador, da vida que leva. Penso que está chegada a hora de reflectirmos muito profundamente, enquanto seres humanos que quanto saibam têm esta vida apenas, este lugar, esta contemporaneidade, os nossos objectivos de vida, quiçá redefini-los, em função de maior qualidade de vida.
O capitalismo, a meu entender, precisa de ser travado ou alterado (em certa medida, já está a sê-lo, com as possibilidades abertas pela internet).
A reflexão a que me refiro, muito embora tenha um forte peso sociológico (lá estou eu a pensar que sei tudo... tiques), deverá ser efectuada pelo cidadão comum que, embora o ritmo mais que muitas vezes trepidante e frenético da carruagem em que viaja possa não permiti-lo (e isso não é mau, é muito mau), pensa.
Que haja tempo para reflectir, nem que seja sobre as nossas caras enjoadas de parvos, com laivos de cachorrinhos perdidos, nos transportes públicos à hora de ponta.
Há que reflectir sobre o que é, hoje, viver na cidade. E isso talvez seja muitas coisas, dependendo muito do poder económico de quem falamos. E talvez todas as reflexões sejam úteis. Mas penso que a da maioria é a mais importante, porque reflecte melhor o que é, hoje, viver na cidade.
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