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sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A reflectir
Sinto, por vezes, que a minha luta é interior, uma luta comigo mesmo e, particularmente, contra as minhas emoções negativas, despertadas interior ou, por outro lado, exteriomente.
Como se o bem e o mal existissem dentro de mim e lutasse, quando contra essa negatividade luto, não contra o Demónio, entendido como uma figura exterior que, eventualmente, sobre mim age, mas contra os meus próprios demónios interiores - as emoções negativas.
Sinto, também, que é uma luta extenuante, esta do bem contra o mal, como se nela estivéssemos, corpo e mente, em constante purga, à medida que nos vamos imbuíndo daquilo que os cristãos denominam por Espírito Santo.
Como se o bem e o mal existissem dentro de mim e lutasse, quando contra essa negatividade luto, não contra o Demónio, entendido como uma figura exterior que, eventualmente, sobre mim age, mas contra os meus próprios demónios interiores - as emoções negativas.
Sinto, também, que é uma luta extenuante, esta do bem contra o mal, como se nela estivéssemos, corpo e mente, em constante purga, à medida que nos vamos imbuíndo daquilo que os cristãos denominam por Espírito Santo.
domingo, 18 de outubro de 2009
hipparion
A espera assume-se como forma de assentar definitivamente todos os objectivos num cadáver, que é futuro. Viver o tempo que resta com a mente focada e alinhada para essa distância, viver de acordo com a projecção sem sabermos o que daí poderá advir, viver para o futuro sem saber como lidar com o presente, viver uma tranquilidade de tempos díspares moldando-os a um só tempo, tudo isto, é esperança. Se a expectativa sobre algo físico ou imaginário é generosamente vivenciada, ultrapassando términos de tudo o que se pensa crível, começa o Homem a visionar, compondo toda a sua vida de acordo com a indicação magnética de que tudo o que daí advém será um fim, ou resultado final tangível. Deste parco realinhamento instado resulta frequentemente um afogo, gracioso desassossego noctâmbulo navegado ao dorso de uma constelação, em breves reingressos à consistência, à vivência e existência de um Eu, à queda de um cavalo. .
Imagem: photoframe
Powaqqatsi - Life in transformation
Etiquetas:
espera e saudade.,
exílio,
expectativa,
Powaqqatsi,
reflexão
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Abandonar a vida por um sonho é estimá-la exactamente por quanto ela vale
Michel de Montaigne
domingo, 13 de setembro de 2009
pensando

O Homem, descobre, pensando conhecer um fim? Ou alcança apenas sentindo o que existe?
Na Natureza, conhecerá a borboleta a flor aonde pousar? Ou irá apenas seguindo o seu cheiro?
E Conhecerá a flor o que chama? Ou apenas reconhece a sua própria essência?
Afinal, desbravamos caminhos, ou nos conduzimos pelo que somos?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Do tempo, e da rosa

imagem google
tudo parece ser somente tempo...sempre passado...memória....chave do nosso ser!
é no/com/pelo tempo que me reinvento pessoa, poeira, pó de estrela, grão de areia de deserto e de praia, brisa fresca que o mundo atravessa, pétala de rosa suave e perfumada que te atravessa em odor de mim...
e pergunto-me: sou tempo?
por certo, quimera e (des)ilusão, (des)construção, (des)obstrução.
sempre contemplação, por vezes reacção, potencialmente proacção.
sou o tempo do meu intento...ou talvez não?
conflito de coração e razão.
harmonia na dualidade.
aspiro...vacuidade.
ser tudo e nada em consciência universal.
meditação.silêncio.
espera.
memória.
rasgo de (in)finito que se redesenha em existência reencarnada.
respiração solta.
inspiração fluida.
intuição.
o tempo é uma rosa.
flor perfeita que adoro.
sensualidade entreaberta.
odor presente.
desejo premente.
espinho e lágrima.
(des)encanto.
ternura.
perdão.
terça-feira, 26 de maio de 2009
(In)Finito(s)
imagem google
gosto da possibilidade de recriar infinitos em mim,
como se me movimentasse em labirinto de espiral,
em busca de silêncio, quietude,
na minha eterna solidão...
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Dirigir o olhar

praia de carcavelos
Dirigir o olhar, é contemplar o horizonte amplo, não circunscrevendo-o, somente, na unilaterialidade da visão.
É abraçar o todo, como uno, reconhecendo a especificidade ontológica de cada criatura.
É respirar, ser e acontecer, num fazer que se quer humilde e assim, mais sábio.
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