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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
o deus palhaço iii
acabamos de transportar para cuba anti inflamatórios, canetas, brinquedos(plástico), só porque os eua mantêm o boicote económico. falamos do tibete. porque não falamos de cuba?
á luta
á luta
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
tortura
existe o perigo de extraditação dos detidos bascos em portugal, o que em espanha significa tortura. defendemos todos os povos, defendamos os justos.
contactar associação de amizade portugal- país basco.
(do país basco estão presos 750 lutadores (com filhos, esposas, irmãos) e o estado espanhol espera que não exista revolta?
à luta
contactar associação de amizade portugal- país basco.
(do país basco estão presos 750 lutadores (com filhos, esposas, irmãos) e o estado espanhol espera que não exista revolta?
à luta
terça-feira, 10 de novembro de 2009
justiça
um homem reflecte um polícia para cada homem...quem paga à polícia? a pobreza do homem?
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
amar o mundo
"tu estavas, avó, sentada na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa, para o céu de que nada sabias e por onde nunca viajarias, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas e disseste, com a serenidade dos teus noventa anos e o fogo de uma adolescência nunca perdida : ' o mundo é tão bonito e eu tenho tanta pena de morrer.' assim mesmo eu estava lá"
josé saramago, as pequenas memórias
josé saramago, as pequenas memórias
Cântico de Azarias
[Nabucodonosor irou-se e decidiu lançar os três jovens na fornalha ardente. Mas... o que aconteceu? Vejamos:]
Então, passeavam no meio das chamas, louvando a Deus e bendizendo o Senhor. Azarias, de pé no meio das chamas, fez esta prece:
Bendito e louvado sejas, Senhor, Deus dos nossos pais!
Que o teu nome seja glorificado pelos séculos!
És justo em toda a tua conduta para connosco;
as tuas obras são rectas, os teus caminhos rectos, e os teus juízos equitativos.
Fizeste um juízo equitativo em tudo o que nos infligiste e em tudo o que infligiste à cidade santa de nossos pais, Jerusalém;
é por efeito dum juízo equitativo que nos infligiste tudo isto, por causa dos nossos pecados.
Pecámos, prevaricámos, afastámo-nos de ti;
em tudo temos procedido mal;
e não observámos os teus mandamentos.
Não os temos posto em prática, não temos observado as leis que nos deste e que eram para nossa felicidade.
Em todos os males que mandaste sobre nós, em tudo o que nos infligiste, foi uma sentença justa que aplicaste.
Entregaste-nos nas mãos de injustos inimigos, de ímpios encarniçados, sem lei, e a um rei, o mais iníquo e perverso de toda a terra.
Agora não ousamos mais abrir a boca.
Vergonha e infâmia acabrunham os teus servos e todos os que te adoram.
Pelo teu nome, não nos abandones para sempre, não anules a aliança.
Não nos retires a tua misericórdia, em atenção a Abraão, teu amigo, a Isaac, teu servo, aos quais prometeste multiplicar a sua descendência como as estrelas do céu, e como a areia das praias do mar.
Senhor, estamos reduzidos a nada diante das nações, estamos hoje humilhados em face de toda a terra, por causa dos nossos pecados.
Agora não há nem príncipe, nem profeta, nem chefe, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem um local para te oferecer as primícias e encontrar misericórdia.
Que pela contrição de coração e humilhação de espírito, sejamos acolhidos, como se trouxéssemos holocaustos de carneiros e de touros e de milhares de cordeiros gordos.
Que este seja hoje diante de ti o nosso sacrifício;
possa ele reconciliar-nos contigo, pois não têm que envergonhar-se aqueles que em ti confiam.
É de todo o coração que agora te seguimos, te veneramos e procuramos a tua face;
não nos confundas.
Trata-nos com a tua doçura habitual e com todas as riquezas da tua misericórdia.
Livra-nos pelos teus prodígios e cobre de glória o teu nome, Senhor.
Que sejam confundidos os que maltratam os teus servos, que sintam vergonha ao verem-se sem poder e aniquilados na sua força.
Assim, saberão que Tu és o Senhor Deus único, glorioso em toda a superfície da terra!
Entretanto, os servos do rei, que os tinham lançado na fornalha, não cessavam de a aquecer com nafta, estapa, pez e lenha seca. As chamas, que então subiam a quarenta e nove côvados acima da fornalha, desviando-se, queimaram os caldeus que se encontravam junto dela.
O anjo do Senhor, porém, tinha descido até Azarias e seus companheiros e afastava o fogo da fornalha. Transformou o centro da fornalha num lugar onde soprava como que uma brisa matinal: o fogo nem sequer os tocou e não lhes causou qualquer mal nem a menor dor.
Dn 3, 24-50
Então, passeavam no meio das chamas, louvando a Deus e bendizendo o Senhor. Azarias, de pé no meio das chamas, fez esta prece:
Bendito e louvado sejas, Senhor, Deus dos nossos pais!
Que o teu nome seja glorificado pelos séculos!
És justo em toda a tua conduta para connosco;
as tuas obras são rectas, os teus caminhos rectos, e os teus juízos equitativos.
Fizeste um juízo equitativo em tudo o que nos infligiste e em tudo o que infligiste à cidade santa de nossos pais, Jerusalém;
é por efeito dum juízo equitativo que nos infligiste tudo isto, por causa dos nossos pecados.
Pecámos, prevaricámos, afastámo-nos de ti;
em tudo temos procedido mal;
e não observámos os teus mandamentos.
Não os temos posto em prática, não temos observado as leis que nos deste e que eram para nossa felicidade.
Em todos os males que mandaste sobre nós, em tudo o que nos infligiste, foi uma sentença justa que aplicaste.
Entregaste-nos nas mãos de injustos inimigos, de ímpios encarniçados, sem lei, e a um rei, o mais iníquo e perverso de toda a terra.
Agora não ousamos mais abrir a boca.
Vergonha e infâmia acabrunham os teus servos e todos os que te adoram.
Pelo teu nome, não nos abandones para sempre, não anules a aliança.
Não nos retires a tua misericórdia, em atenção a Abraão, teu amigo, a Isaac, teu servo, aos quais prometeste multiplicar a sua descendência como as estrelas do céu, e como a areia das praias do mar.
Senhor, estamos reduzidos a nada diante das nações, estamos hoje humilhados em face de toda a terra, por causa dos nossos pecados.
Agora não há nem príncipe, nem profeta, nem chefe, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem um local para te oferecer as primícias e encontrar misericórdia.
Que pela contrição de coração e humilhação de espírito, sejamos acolhidos, como se trouxéssemos holocaustos de carneiros e de touros e de milhares de cordeiros gordos.
Que este seja hoje diante de ti o nosso sacrifício;
possa ele reconciliar-nos contigo, pois não têm que envergonhar-se aqueles que em ti confiam.
É de todo o coração que agora te seguimos, te veneramos e procuramos a tua face;
não nos confundas.
Trata-nos com a tua doçura habitual e com todas as riquezas da tua misericórdia.
Livra-nos pelos teus prodígios e cobre de glória o teu nome, Senhor.
Que sejam confundidos os que maltratam os teus servos, que sintam vergonha ao verem-se sem poder e aniquilados na sua força.
Assim, saberão que Tu és o Senhor Deus único, glorioso em toda a superfície da terra!
Entretanto, os servos do rei, que os tinham lançado na fornalha, não cessavam de a aquecer com nafta, estapa, pez e lenha seca. As chamas, que então subiam a quarenta e nove côvados acima da fornalha, desviando-se, queimaram os caldeus que se encontravam junto dela.
O anjo do Senhor, porém, tinha descido até Azarias e seus companheiros e afastava o fogo da fornalha. Transformou o centro da fornalha num lugar onde soprava como que uma brisa matinal: o fogo nem sequer os tocou e não lhes causou qualquer mal nem a menor dor.
Dn 3, 24-50
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