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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
bom natal
'a criação a partir de nada exprime o carácter não-divino, não essencial, isto é, a nulidade do mundo. o nada a partir do qual o mundo foi criado, é o seu próprio nada.'
l.feuerbach
estava tudo muito bem se não fosse a existência
à luta
l.feuerbach
estava tudo muito bem se não fosse a existência
à luta
quinta-feira, 18 de junho de 2009
tempos dificeis
um grito 'antigo', para os tempos actuais
8.
a vida social é essencialmente prática. todos os mistérios que empurram a teoria para o misticismo encontram a sua solução racional na práxis humana e no conceber desta práxis.
11.
os filósofos interpretam o mundo de diversas maneiras; a questão, porém, trata-se de o transformar.
karl marx,teses sobre feuerbach,1845
8.
a vida social é essencialmente prática. todos os mistérios que empurram a teoria para o misticismo encontram a sua solução racional na práxis humana e no conceber desta práxis.
11.
os filósofos interpretam o mundo de diversas maneiras; a questão, porém, trata-se de o transformar.
karl marx,teses sobre feuerbach,1845
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Os três tipos do religioso e um comentário a propósito de "A essência do Cristianismo"
Os três tipos do religioso: ser tudo, nada ser, ser sem ser.
"A essência do Cristianismo" é uma leitura importante não tanto no seu aspecto demolidor dos mistérios do Cristianismo, mas na medida em que poderá ajudar-nos a construir uma religião mais natural, menos inconsciente, guiar-nos na prossecução da nossa sabedoria em relação aos nossos desejos mais recônditos e a nós próprios e, também, libertar-nos da tirania do eu, de nós em/para nós. Afinal, depois deste autor, quem é o verdadeiro Deus? Qual o Deus que poderemos procurar tanto dentro como fora de nós, pessoal e impessoal, subjectivo e objectivo...? Deus do cientista e do religioso, fim sem fim de uma busca... direccionada... interior e exterior, racional e contemplativa, princípio e fim sem fim desejado...
"A essência do Cristianismo" é uma leitura importante não tanto no seu aspecto demolidor dos mistérios do Cristianismo, mas na medida em que poderá ajudar-nos a construir uma religião mais natural, menos inconsciente, guiar-nos na prossecução da nossa sabedoria em relação aos nossos desejos mais recônditos e a nós próprios e, também, libertar-nos da tirania do eu, de nós em/para nós. Afinal, depois deste autor, quem é o verdadeiro Deus? Qual o Deus que poderemos procurar tanto dentro como fora de nós, pessoal e impessoal, subjectivo e objectivo...? Deus do cientista e do religioso, fim sem fim de uma busca... direccionada... interior e exterior, racional e contemplativa, princípio e fim sem fim desejado...
O mundo antes e depois de Feuerbach
Deus é o outro de mim. O eu é a essência da Religião.
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