
A todos, como serpentino, aqui exorto a que, em si, deixem aflorar o modo e o tempo de como lidarem com o mesmo que sabemos, nesta “hora crítica” - como, com as adequadas letras todas, lhe chamou o mentor deste não-lugar, entregando-o como sempre faz, por certo, “às suas divindades protectoras”.
Aqueles que aqui estão tão presentes, na mesma ausência de o estarem, já isso o fazem (no mesmo não-lugar, se bem que num outro "aqui"), e a que preço o fazem...!
Neles, temos honra sem nome: a de estarmos aqui, compassivos guerreiros de paz - "até"... e se algo haja como um "até" -, e de querermos ser peles desta Serpe, tanto quanto remoção instante e constante dela em nós.
Só assim há Serpente!
Assim só, a somos!
Abraço serpentino!