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terça-feira, 25 de agosto de 2009
o ser do ente
a serenidade que sabe é uma passagem para o eterno. a sua porta gira sobre os gonzos que um hábil ferreiro um dia forjou a partir dos enigmas da existência.
...
à última badalada, o silêncio torna-se ainda mais fundo. ele estende-se até àqueles que durante as duas guerras mundiais foram prematuramente sacrificados. o simples tornou-se ainda mais simples. o sempre idêntico supreende e desdobra-se. o apelo do caminho do campo é agora inteiramente claro. é a alma que fala? é o mundo? é deus?
tudo diz o abandono ao mesmo. o abandono não destitui, mas dá. ele dá a inesgotável força do simples. o apelo repatria para uma recôndita origem.
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à última badalada, o silêncio torna-se ainda mais fundo. ele estende-se até àqueles que durante as duas guerras mundiais foram prematuramente sacrificados. o simples tornou-se ainda mais simples. o sempre idêntico supreende e desdobra-se. o apelo do caminho do campo é agora inteiramente claro. é a alma que fala? é o mundo? é deus?
tudo diz o abandono ao mesmo. o abandono não destitui, mas dá. ele dá a inesgotável força do simples. o apelo repatria para uma recôndita origem.
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