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terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 17 de outubro de 2009
"A vida é uma caçada..."
"A vida é uma caçada interessante e, ora caçadores, ora caçados, os seres disputam uns aos outros os retalhos desse horrível despojo: é uma espécie de história natural da dor" - Schopenhauer, O Mundo como Vontade e como Representação.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Corpo

O corpo é um bocado de carne. O corpo vivo é algo diferente disso, porque sente. Na morte, algo sai do corpo e este assume a sua natureza puramente carnal - ou morta? Um bocado de carne, insensível e inerte como uma pedra. Apercebemo-nos de que ele é carne. Tantas e tantas vezes absortos do corpo, não pensamos nele, daí não pensarmos nele como carne: a consciência do corpo torna-se audível sobretudo nos momentos de dor. Aí dizemos - eu sou isto. Carne. E desaparecem as vãs esperanças e ilusões sobre a nossa suposta espiritualidade enquanto entes. Pois em nós o próprio ser espiritual está misturado com o ser corporal e são, possivelmente, indistintos. O espírito sente o que acontece ao corpo e o corpo não se revê nos cantares do espírito, que aparentemente tudo comanda. Mas o espírito revê-se no pranto do corpo. Ante a ferida aberta, o espírito agoniza e perde-se em orações e rezas, escapes e fugas da dor. Aí dizemos - faz isto passar. Anestesia.
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domingo, 6 de abril de 2008

No 7º Simpósio Aquém e Além do Cérebro, Stefan Schmidt apresentou um estudo cujo resultado indicava os benefícios de meditar.
Lemos na Revista Visão que «Duas horas e meia semanais de meditação em grupo e 45 minutos diários individuais conduziram a melhorias de 180 pacientes que sofriam de dor crónica.»
«Quando a consciência está centrada no movimento e se aceita o que vem, cria-se um padrão de coerência cerebral que regula as emoções», diz o investigador.
Fonte: Visão, nº 787, 3 de Abril de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Se não existisse dor física
E o Inferno e o Paraíso dependem de consciências, porque todo o mal ou bem vem a sentir-se, na medida em que se não se sentisse não era nem um nem outro... mas resta saber se podem existir Mal ou Bem Absolutos em algum momento das nossas vidas, o que não sabemos Absolutamente, mas sempre acerca de nós, considerando, por exemplo, a dor física extrema o pior mal da vida. É uma perspectiva materialista? Não, é realista, na medida em que seja que for que sonho que sonhemos o sonho é este sonho, é o que está a acontecer, nada mais. Ou haverão sensações piores? Se não existisse dor física, existiria dor de espécie alguma?
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