
NAS NÚVENS Júpiter teve o seu inumano nascimento.
Mãe nenhuma o amamentou, nenhuma doce terra deu
Movimentos magnânimos à sua mente mítica
Movimentou-se entre nós, como um rei rabujento,
Magnífico, se movimentaria entre as suas corsas,
Até que o nosso sangue, misturando-se, virginal,
Com o céu, trouxe tal satisfação ao desejo
Que as próprias corças o discerniam, numa estrela.

O nosso sangue falhará? Ou virá a ser
O sangue do paraíso? E será que a terra
Aparenta tudo o que do paraíso conheceremos?
O céu será então muito mais afável do que agora,
Uma parte de trabalho e uma parte de dor,
E em glória a seguir ao amor constante,
Não este azul divisório e indiferente.
WALLANCE STEVENSFicção Suprema*fotos de Sereia*
Juntei alguns nomes (sem ordem nenhuma que lhe valha de mais ou menos), correndo o risco de não me lembrar de todos os que mais gosto... Aqui deixo abraços a:
Anita Silva, João Moita, Ana Margarida Esteves, Adama, Tamborim, Rita, Joana, Liliana Jasmim, Ana Moreira, Platero, Luiza Dunas, Saudades, Isabel Santiago, Paulo Feitais, Paulo Borges, Soantes, Vergílio Torres, Anaedra, Rui Miguel Felix,João Read Beato, Fragmentus, Vicente Ferreira da Silva e muitos outros que me ensinaram a ler e me mostraram sempre mais do que eu viria um dia a ver por mim mesma :)
A TODOS, OBRIGADA*