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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Fernando Guilherme Azevedo ao poder!
Sou alcoólico inveterado
Do sangue vinho sagrado
Adio constantemente a jornada
Partir é meu lema mas a palavra nunca chegada
O tema é sempre o mesmo:
A minha indecisão feita de catapultas dos sentidos
Tenho os ouvidos abertos mas nem um som limpo ouço
Só ruído só barafunda
Que a descoberta verdade não me contunda
Posso escrever amor e fel
Até, vejam bem!..., depositar nas mulheres o fel
Mas não me perdoo por abençoar prostitutas
E excomungar colunáveis
São adoráveis saliva e esperma de bocas fétidas
Incongruências dos anormais que habitam as cidades
Contudo não vou para o campo nem tenho animais
Há uma Virgem sobre a cabeceira
Não tive berço de ouro nem dormi em esteira
A minha religião é perversa
Cristo morreu porque Eu quis
E nada mais interessa.
Fernando Guilherme Azevedo
Do sangue vinho sagrado
Adio constantemente a jornada
Partir é meu lema mas a palavra nunca chegada
O tema é sempre o mesmo:
A minha indecisão feita de catapultas dos sentidos
Tenho os ouvidos abertos mas nem um som limpo ouço
Só ruído só barafunda
Que a descoberta verdade não me contunda
Posso escrever amor e fel
Até, vejam bem!..., depositar nas mulheres o fel
Mas não me perdoo por abençoar prostitutas
E excomungar colunáveis
São adoráveis saliva e esperma de bocas fétidas
Incongruências dos anormais que habitam as cidades
Contudo não vou para o campo nem tenho animais
Há uma Virgem sobre a cabeceira
Não tive berço de ouro nem dormi em esteira
A minha religião é perversa
Cristo morreu porque Eu quis
E nada mais interessa.
Fernando Guilherme Azevedo
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