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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Declaração sobre o Movimento Internacional Lusófono, a "Nova Águia" e a Associação Agostinho da Silva
Car@s Amig@s
Venho por este meio tornar público que, a partir de ontem, me demiti de presidente do Movimento Internacional Lusófono (MIL) e de qualquer participação neste. Na minha decisão fui acompanhado por mais de metade dos membros da Comissão Coordenadora presentes (numa reunião a que só faltaram dois), que constituem a maioria dos membros fundadores do MIL e onde estão todos os que conheceram Agostinho da Silva em vida.
As minhas razões, resumidas ao essencial, prendem-se com o facto de considerar que o referido Movimento se tornou refém de um grupo que deixou de respeitar a Declaração de Princípios e Objectivos por mim redigida e aprovada pelos membros fundadores, passando a instrumentalizar os valores da cultura portuguesa e lusófona e o legado de homens como Agostinho da Silva num sentido ideológico-político, onde um muito ambíguo neonacionalismo lusófono surge ao serviço de insaciáveis apetites de protagonismo e poder. O MIL deixou de ser um espaço de reflexão crítica e plural sobre Portugal, a Lusofonia e o mundo para se converter num projecto protopartidário, que pretende partir à conquista do poder ao serviço de interesses obscuros.
Naturalmente que a representatividade deste grupo é nula, pois não constituía sequer a maioria dos membros da Comissão Coordenadora, nem foi sancionado pelos cerca de 1000 aderentes ao MIL, que o fizeram por se reconhecerem na sua Declaração de Princípios e Objectivos. Todavia, nestas condições tornou-se impossível trabalhar e preferi partir para projectos novos, sem as conotações ideológicas obscuras que o MIL entretanto assumiu.
Pelas mesmas razões, propus e foi aprovada a total desvinculação entre a "Nova Águia" (revista e blogue) e o MIL. O mesmo acontece com a Associação Agostinho da Silva, que igualmente se desvincula totalmente quer da "Nova Águia", quer do MIL.
Permaneço como co-director da revista "Nova Águia" e um dos administradores do seu blogue. Permaneço também como presidente da Associação Agostinho da Silva e anuncio que esta se reassumirá, a partir de hoje, como o espaço natural para uma reflexão ampla, séria, crítica e plural acerca de Portugal, da Lusofonia e do mundo, bem como acerca do pensamento e da prática de Agostinho da Silva e da sua actualidade. No espírito da maior abertura e universalismo inter-cultural. Tudo aquilo que o MIL deixou de ser.
Ainda ontem, aqueles que se demitiram do MIL se reuniram e ficou decidido esse reforço da Associação Agostinho da Silva, com projectos vários, entre os quais uma revista.
Todos os que queiram participar nestas novas actividades podem contactar-me no meu mail pessoal - pauloaeborges@gmail.com . Apelo também a que o blogue da "Nova Águia" não seja abandonado ao pequeno grupo que nele representa os interesses ideológicos do actual MIL.
Agradeço que esta informação seja transmitida a todos aqueles a quem possa interessar e particularmente aos muitos que, por meu intermédio, aderiram ao MIL. A esses agradeço a sua confiança e peço desculpa por tê-los conduzido a um projecto que não correspondeu às suas e minhas legítimas e melhores expectativas.
Saudações cordiais
Paulo Borges
Venho por este meio tornar público que, a partir de ontem, me demiti de presidente do Movimento Internacional Lusófono (MIL) e de qualquer participação neste. Na minha decisão fui acompanhado por mais de metade dos membros da Comissão Coordenadora presentes (numa reunião a que só faltaram dois), que constituem a maioria dos membros fundadores do MIL e onde estão todos os que conheceram Agostinho da Silva em vida.
As minhas razões, resumidas ao essencial, prendem-se com o facto de considerar que o referido Movimento se tornou refém de um grupo que deixou de respeitar a Declaração de Princípios e Objectivos por mim redigida e aprovada pelos membros fundadores, passando a instrumentalizar os valores da cultura portuguesa e lusófona e o legado de homens como Agostinho da Silva num sentido ideológico-político, onde um muito ambíguo neonacionalismo lusófono surge ao serviço de insaciáveis apetites de protagonismo e poder. O MIL deixou de ser um espaço de reflexão crítica e plural sobre Portugal, a Lusofonia e o mundo para se converter num projecto protopartidário, que pretende partir à conquista do poder ao serviço de interesses obscuros.
Naturalmente que a representatividade deste grupo é nula, pois não constituía sequer a maioria dos membros da Comissão Coordenadora, nem foi sancionado pelos cerca de 1000 aderentes ao MIL, que o fizeram por se reconhecerem na sua Declaração de Princípios e Objectivos. Todavia, nestas condições tornou-se impossível trabalhar e preferi partir para projectos novos, sem as conotações ideológicas obscuras que o MIL entretanto assumiu.
Pelas mesmas razões, propus e foi aprovada a total desvinculação entre a "Nova Águia" (revista e blogue) e o MIL. O mesmo acontece com a Associação Agostinho da Silva, que igualmente se desvincula totalmente quer da "Nova Águia", quer do MIL.
Permaneço como co-director da revista "Nova Águia" e um dos administradores do seu blogue. Permaneço também como presidente da Associação Agostinho da Silva e anuncio que esta se reassumirá, a partir de hoje, como o espaço natural para uma reflexão ampla, séria, crítica e plural acerca de Portugal, da Lusofonia e do mundo, bem como acerca do pensamento e da prática de Agostinho da Silva e da sua actualidade. No espírito da maior abertura e universalismo inter-cultural. Tudo aquilo que o MIL deixou de ser.
Ainda ontem, aqueles que se demitiram do MIL se reuniram e ficou decidido esse reforço da Associação Agostinho da Silva, com projectos vários, entre os quais uma revista.
Todos os que queiram participar nestas novas actividades podem contactar-me no meu mail pessoal - pauloaeborges@gmail.com . Apelo também a que o blogue da "Nova Águia" não seja abandonado ao pequeno grupo que nele representa os interesses ideológicos do actual MIL.
Agradeço que esta informação seja transmitida a todos aqueles a quem possa interessar e particularmente aos muitos que, por meu intermédio, aderiram ao MIL. A esses agradeço a sua confiança e peço desculpa por tê-los conduzido a um projecto que não correspondeu às suas e minhas legítimas e melhores expectativas.
Saudações cordiais
Paulo Borges
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quinta-feira, 24 de julho de 2008
A Língua Portuguesa é o Mar que une a Terra: a Aliança entre Homem e Deus
Nada fica, só esta Língua Portuguesa, pela qual falamos e vivemos o Amor, se não apaga, sendo ela o que tudo apaga e renova: é o Mar da Terra, o Coração em que vivemos e por que vivemos, somos nós unidos n-Um só. Não sendo nada é tudo, não se vendo é por ela que vemos o mundo, não se tocando é por ela que sentimos, sendo ninguém é a humanidade inteira, não sendo a Mãe nem a Filha é a Aliança, não sendo o Pai nem o Filho é o Espírito Santo, não sendo real existe, não estando viva vive, é por ela que pensamos, sonhamos. É pela Língua que a humanidade se perdeu e se reencontrará.
Esta Língua o que é afinal? Esta Voz que se confunde connosco, de que matéria é feita? De onde e como nasce? Como podemos crer tanto que exista e que a somos?
A nossa Voz é já a Voz de Deus, pois é ela que nos liga à morte e à vida, ao sonho e à realidade, ao ser e ao estar, à mente e ao corpo, a Deus e ao Homem, ao homem e à mulher. “No princípio era o Verbo”: a Língua, o i-Dio-ma. “A Pátria é a Língua Portuguesa” porque é ela a eterna Aliança da humanidade a Deus.
Cada palavra reproduzida pelo Homem é um reatar da Aliança: rezar, cantar, é a recriação da Origem do próprio Homem, pois é a partir da palavra que o Homem se cria. Cada vez que o Homem fala é, ele mesmo, Deus criador, as palavras são filhos nascidos da mente e do corpo.
Somos todos, portanto, Deuses esquecidos que o são, criamo-nos a partir da nossa Voz, essa, que nos liga tanto a Si quanto ao Si-lêncio, pois ela é tanto um quanto o Outro.
O Homem caminha para a União com a própria natureza de que é feito: o Verbo. Só o Homem que for capaz de ser Deus, isto é, criar-se através da união de e com tudo, de ler a vida, falar e viver aliando os antagónicos do Universo pertencerá à Nova Era, estará voc-acionado.
Não precisamos de erguer nenhuma religião nova, porque ela já existe desde o início: a Língua Portuguesa. Não precisamos de converter ninguém a falá-la, porque já todos a sabemos. Mesmo os que não a saibam têm a Sua Voz. Por isso, o que lhes-nos falta, é reconhecê-La como a Aliança da humanidade à sua própria divindade. Portugal é Deus porque é, desde sempre, Filho da sua Língua-Mãe, como o Homem é Filho do Seu Verbo, é divino.
(Parte do texto que sairá na próxima Nova Águia)
Esta Língua o que é afinal? Esta Voz que se confunde connosco, de que matéria é feita? De onde e como nasce? Como podemos crer tanto que exista e que a somos?
A nossa Voz é já a Voz de Deus, pois é ela que nos liga à morte e à vida, ao sonho e à realidade, ao ser e ao estar, à mente e ao corpo, a Deus e ao Homem, ao homem e à mulher. “No princípio era o Verbo”: a Língua, o i-Dio-ma. “A Pátria é a Língua Portuguesa” porque é ela a eterna Aliança da humanidade a Deus.
Cada palavra reproduzida pelo Homem é um reatar da Aliança: rezar, cantar, é a recriação da Origem do próprio Homem, pois é a partir da palavra que o Homem se cria. Cada vez que o Homem fala é, ele mesmo, Deus criador, as palavras são filhos nascidos da mente e do corpo.
Somos todos, portanto, Deuses esquecidos que o são, criamo-nos a partir da nossa Voz, essa, que nos liga tanto a Si quanto ao Si-lêncio, pois ela é tanto um quanto o Outro.
O Homem caminha para a União com a própria natureza de que é feito: o Verbo. Só o Homem que for capaz de ser Deus, isto é, criar-se através da união de e com tudo, de ler a vida, falar e viver aliando os antagónicos do Universo pertencerá à Nova Era, estará voc-acionado.
Não precisamos de erguer nenhuma religião nova, porque ela já existe desde o início: a Língua Portuguesa. Não precisamos de converter ninguém a falá-la, porque já todos a sabemos. Mesmo os que não a saibam têm a Sua Voz. Por isso, o que lhes-nos falta, é reconhecê-La como a Aliança da humanidade à sua própria divindade. Portugal é Deus porque é, desde sempre, Filho da sua Língua-Mãe, como o Homem é Filho do Seu Verbo, é divino.
(Parte do texto que sairá na próxima Nova Águia)
terça-feira, 10 de junho de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Nova Águia e MIL - O que se espera de todos e cada um de nós ?
No momento em que a Nova Águia e o Movimento Internacional Lusófono levantam voo, emplumados de mais de meio milhar de sempre crescentes adesões em todo o mundo lusófono e fora dele, o que se espera de todos e cada um de nós ? Mais um movimento de fugazes entusiastas para ficar na história sócio-cultural do país, ser referido nos compêndios escolares daqui a um século e ter deixado tudo na mesma ? Ou um movimento que desde já faça sua a diferença que deseja para Portugal, a comunidade lusófona e o mundo ? Um movimento de pessoas que não se satisfaçam com dizerem que aderiram ou são assinantes disto ou daquilo, com terem o nome numa revista ou num blogue, com porem mais um emblema na lapela ou sentirem que pertencem a um novo clube, mas que realmente estejam dispostas a reflectir, viver e partilhar as ideias contidas nos manifestos da Nova Águia e do MIL, com todo o incómodo e desassossego que isso possa causar aos hábitos e rotinas mentais, culturais e sociais de um país atolado num marasmo de indiferença e conformismo ? Um movimento cujos indivíduos e núcleos tomem iniciativas, organizem encontros, debatam e realizem ideias, assumam a responsabilidade de uma cidadania activa que repense e refunde o sentido de haver Portugal ? Um movimento que, de forma séria, firme e ponderada, com respeito por e em diálogo com todos os que pensem de forma diferente, assuma ser alternativa ao estado actual das coisas ?
Digo isto porque não posso deixar de sentir um contraste entre o crescimento rápido e entusiasta das adesões à Nova Águia e ao MIL e as poucas iniciativas autónomas dos aderentes, que parecem continuar a passividade secular dos portugueses, que tendem a ficar à espera que decidam e pensem por eles. A Direcção da Nova Águia e a Comissão Coordenadora do MIL podem e devem impulsionar e catalisar este movimento, mas ele nunca existirá, como um verdadeiro movimento de renovação, se as nossas iniciativas não encontrarem eco nas iniciativas dos múltiplos núcleos de aderentes espalhados por todo o país e pelo mundo.
Espero que os vários lançamentos da Nova Águia sejam pontos de encontro para aqueles que abraçam este projecto, espero que os aderentes em cada cidade e região tomem a iniciativa de se conhecer e organizar para planearem estratégias conjuntas de divulgação deste movimento, espero que todos se mobilizem e dêem o melhor de si para que estejamos à altura do melhor da nossa história e cultura e daqueles que nos inspiram. Espero que desde já e até ao final das nossas vidas sintamos que estamos realmente a marcar uma diferença e a contribuir para que haja um novo Portugal, uma nova Comunidade Lusófona e um novo Mundo.
"Eu, da raça dos Navegadores, desprezo tudo o que seja menos do que descobrir um Mundo Novo !" - Álvaro de Campos
Digo isto porque não posso deixar de sentir um contraste entre o crescimento rápido e entusiasta das adesões à Nova Águia e ao MIL e as poucas iniciativas autónomas dos aderentes, que parecem continuar a passividade secular dos portugueses, que tendem a ficar à espera que decidam e pensem por eles. A Direcção da Nova Águia e a Comissão Coordenadora do MIL podem e devem impulsionar e catalisar este movimento, mas ele nunca existirá, como um verdadeiro movimento de renovação, se as nossas iniciativas não encontrarem eco nas iniciativas dos múltiplos núcleos de aderentes espalhados por todo o país e pelo mundo.
Espero que os vários lançamentos da Nova Águia sejam pontos de encontro para aqueles que abraçam este projecto, espero que os aderentes em cada cidade e região tomem a iniciativa de se conhecer e organizar para planearem estratégias conjuntas de divulgação deste movimento, espero que todos se mobilizem e dêem o melhor de si para que estejamos à altura do melhor da nossa história e cultura e daqueles que nos inspiram. Espero que desde já e até ao final das nossas vidas sintamos que estamos realmente a marcar uma diferença e a contribuir para que haja um novo Portugal, uma nova Comunidade Lusófona e um novo Mundo.
"Eu, da raça dos Navegadores, desprezo tudo o que seja menos do que descobrir um Mundo Novo !" - Álvaro de Campos
sábado, 3 de maio de 2008
A "Nova Águia" prepara-se para levantar voo
A reportagem da RTP 1 sobre a conferência de imprensa de apresentação da "Nova Águia", que será lançada no dia 19 de Maio, pelas 21.30, na Fundação José Rodrigues, no Porto (Rua da Fábrica Social).
Nova Águia, Serpente Emplumada, golpes d'asa a partir das entranhas... A ver se ressuscitamos.
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