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terça-feira, 2 de março de 2010
mais uma vez (para lembrar que é preciso clarear)
'nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
define com perfil e ser
este fulgor baço da terra
que é portugal a entristecer-
brilho sem luz e sem arder,
como o fogo-fátuo que encerra.
ninguém sabe que coisa quer.
ninguém conhece que alma tem.
nem o que é o mal nem o que é o bem.
(que ânsia distante perto de chorar?)
tudo é incerto e derradeiro.
tudi é disperso, nada é inteiro.
ó portugal, hoje és nevoeiro...
é a hora!
valete, fratres
fernando pessoa, mensagem,iii os tempos, quinto, 'nevoeiro'
define com perfil e ser
este fulgor baço da terra
que é portugal a entristecer-
brilho sem luz e sem arder,
como o fogo-fátuo que encerra.
ninguém sabe que coisa quer.
ninguém conhece que alma tem.
nem o que é o mal nem o que é o bem.
(que ânsia distante perto de chorar?)
tudo é incerto e derradeiro.
tudi é disperso, nada é inteiro.
ó portugal, hoje és nevoeiro...
é a hora!
valete, fratres
fernando pessoa, mensagem,iii os tempos, quinto, 'nevoeiro'
terça-feira, 10 de junho de 2008
Dia de Portugal, do Mar e do Sonho por Haver
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena?
Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
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